Quadro exclusivo e licensiado com arte desenhada por Arnaldo Baptista.

 

Impressão digital colorida em couche 170g, no tamanho A3 (40 x 60) (  com moldura :Altura (cm): 1cm ( distância da parede)Largura (cm): 2cm (parte da frente da moldura) Material: Moldura em Mdf revestida com papel laminado, fundo em mdf 3mm e frente em acetato (plástico maleável) Cor: Preto. 

 

Quadro Arnaldo Baptista - 40cm x 60cm

R$ 220,00Preço
  • MULTINSTRUMENTISTA, COMPOSITOR, ESCRITOR, ARTISTA VISUAL.

     

    06  julho 1948 – Nasce na cidade de São Paulo, filho da pianista, concertista e compositora
    Clarisse Leite Dias Baptista, e do jornalista, poeta e cantor lírico César Dias Baptista.

     

    1955 a 1979 – Atende a diversos cursos: Música: vivência de piano clássico com a mãe Clarisse
    Leite ao longo da infância e adolescência, e aulas com Zilda Leite Rizzo (1955-1958); contrabaixo clássico, violão prático, piano jazz-rock. Dança: moderna e balé clássico com o
    Ballet Stagium (anos 70); clássico com Eugênia Feldorowa (1974-1979). Línguas: inglês, alemão,
    esperanto e língua russa com Igor Valesvisky (1976-1979).

     

    1961 a 1967 – Participa da criação de vários grupos como músico e compositor, entre eles Só
    Nós, Wooden Faces, Sand Trio, Six Sided Rockers e O Konjunto. 
     
    1966  – Funda a banda Mutantes, ao lado do irmão Sergio Dias e Rita Lee.
     
    1967 a 1973 – Participa com os Mutantes de diversos festivais de música, ao lado dos tropicalistas Gilberto Gil, Caetano Veloso, Rogério Duprat, entre outros.  Sai em turnê com a
    banda por todo o país e no exterior. 
     
    1970 e 1972 – Produz os dois primeiros álbuns solos de Rita Lee: Build Up e Hoje É o Primeiro
    Dia do Resto de Sua Vida.
     
    1972 – Grava o álbum O A e o Z com os Mutantes, já sem Rita Lee.
     
    1973 – Deixa os Mutantes.
     
    1974 – Lança o álbum solo Loki?, considerado por muitos críticos como o mais importante e
    influente do rock’n’pop brasileiros.
     
    1977 – Nasce seu único filho Daniel Mellinger Dias Baptista com a atriz Martha Mellinger.
     
    1975 a 1978 – Monta a banda Patrulha do Espaço e compõe repertório igualmente clássico do gênero rock. Em 1988, são lançados dois álbuns pelo selo Vinil Urbano: Elo Perdido (estúdio) e Faremos uma Noitada Excelente (ao vivo).

     

    1980-90s - Arnaldo escreve dez livros a mão, entre as décadas de 80 e 90, ainda não publicados. O Abrigo; Elástico; Retilíneas; Viagem T2=Mc>2; Acordo; Endoterismo (Volumes I,
    II e III) ; A Insegurança Exata; e Entre?!.
     

    1981 – Grava o clássico, Singin’Alone, tocando todos os instrumentos e assinando a produção.
    Lançado em 1982 pelo selo Baratos Afins em vinil, retorna em CD pela EMI-Virgin (1995), com a faixa bônus “Balada do Louco”, regravada na voz de Arnaldo.
     
    1981 – Faz show solo, Shining Alone, no Teatro TUCA-SP, gravado por Luiz Calanca e lançado no ambiente digital em 2014.
     
    1982 – Muda-se para um sítio em Juiz de Fora-MG com sua mulher Lucinha Barbosa, onde
    vivem até hoje.  É nesse período que sua produção como artista plástico se intensifica,
    atividade à qual passa a se dedicar com tanto afinco quanto à música.
     
    1984 – Lança o álbum Disco Voador, pela Baratos Afins. 

     

    1989 – É lançada, pelo selo Eldorado, a coletânea Sanguinho Novo – Arnaldo Baptista
    Revisitado, com as bandas do movimento rock dos anos 80 regravando clássicos em sua maioria
    da obra solo de Arnaldo. Lá estavam Sexo Explícito, 3 Hombres, Vzyadoc Moe, Sepultura, O
    Último Número, Paulo Miklos, Akira S e as Garotas Que Erraram, Ratos de Porão, Fellini,
    Atahualpa i us Panquis, Scowa e Maria Angélica Não Mora Mais Aqui.
     
    1990  - Primeira exposição de desenhos e pinturas, no Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais, sob curadoria de Fabiana Figueiredo.
     
    1992 – Exposição de desenhos e pinturas em São Paulo, sob curadoria de Paulo Maluy e Paula Amaral, e no Centro Cultural da Universidade Federal de São Carlos, sob curadoria de Fabiana
    Figueiredo. Começa a pintar camisetas e cartões.

    1993 – Kurt Cobain, em sua passagem pelo Brasil, deixa um bilhete para Arnaldo Baptista,
    falando da admiração que tem pela sua obra.

    1993 – É lançado o curta Maldito Popular Brasileiro: Arnaldo Baptista, de Patrícia Moran. Nele, o maestro Rogério Duprat declara: “Os Mutantes foram a coisa mais importante do
    Tropicalismo. E ninguém conseguiu deixar isso claro. Mas eu sei bem disso, que a cabeça disso
    tudo, a cabeça dos Mutantes era o Arnaldo Baptista. Digo e repito: o Arnaldo Baptista é
    responsável por tudo que aconteceu de 1967 pra frente”.

     

    2000 – David Byrne lança toda a discografia de os Mutantes nos EUA pelo seu selo Luaka-Bop.
     
    2000 – Arnaldo faz participação especial ao lado de Sean Lennon no Free Jazz Festival.
     
    2001 – Participa do CD Tributo à John Lennon,  Dê Uma Chance à Paz, com vocais para duas versões de “Give Peace a Chance”: uma de Charles Gavin e Andreas Kisser, e a outra de Miko Hatori, Tim