Jean-Baptiste Pocquelin – Molière (1622-1673) 51 anos

2019 ©Viviane Fuentes/Un Brin de Folie

 

Ator e dramaturgo francês. Nascido e morto em Paris.  

 

Quer saber mais sobre ele e a exposição “Un Brin de Folie” e seus personagens?

Visite o site de artes plásticas de Viviane Fuentes: www.veep-the-arts.com

Página Instagram de Viviane Fuentes: @veepthearts

 

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Color
  • “Vivi” não é deste mundo. Habitante e cidadã do universo das ideias, Viviane Fuentes tem formação teatral. Mas seu percurso foi se definindo ao sabor das ideias que transitavam pela sua cabeça. Fez artes cênicas com Miryan Muniz, dança contemporânea com Denilto Gomes, e publicou uma trilogia fálica, só de poesias, pela editora do lendário Masao Ohno – na França, Fuentes chama de Trilogia Poética Visual. Mas ela é uma escritora? Bem, Fuentes atuou em vários comerciais de TV porque a câmera lhe sorria. Só que preferiu ficar atrás dela, a câmera, produzindo roteiros para programas de TV, tendo dois deles premiados. Então, produziu um curta-metragem, com quatro episódios, em 48 horas!, que foi transmitido pela TNT. Enquanto transitava pela televisão, escreveu vários
    contos eróticos para uma revista masculina, isso entre 1999 e 2002.
    E foi assim, como a água que corre batendo numa atividade aqui, noutra ali, que a resiliente Fuentes acabou criando uma sitcom, no começo dos anos 2000. Foi atrás de voluntários, fez um teaser para apresentar a possíveis parceiros produtores e canais de TV. Mas o projeto ficou ali mesmo, no teaser. Nem sempre a água corre por caminhos calmos, portanto, foi preciso se adaptar à realidade e começar um trabalho mais sólido de divulgação. Montou um portal
    cultural na internet, para divulgar, não só o seu trabalho, como de outros artistas brasileiros e, de repente, uma ida ao mais importante talk show brasileiro da época, do famoso apresentador, escritor, ator e dramaturgo Jô Soares, Vivi e seu portal foram incensados e
    iluminados. Por dois anos, Vivi, versátil como a água e cidadã do mundo das ideias, foi uma respeitada consultora de identidade verbal em agências de estratégia de marca. Como a água que, ao entrar em ebulição, torna uma fumaça que se desmancha no ar, Vivi,
    nativa do mundo das ideias, foi também ser cidadã do mundo físico. Na França, na região parisiense. Ela e sua família. Porque, se suas ideias se transformam em obras de arte, também
    se concretizam em filhos, marido, família. Na França, Vivi foi à luta, como sói a uma feminista inata. Assim, Vivi poderia se definir nas redes sociais como: atriz, dançarina, publicitária,
    diretora de cinema e televisão, editora online, fotógrafa e artista gráfica. Na França, Vivi não falava francês, mas apresentou a cultura francesa aos brasileiros no blog Oui, Veep!. Tão logo
    começou a dominar o idioma, cursou e conseguiu o diploma de Gestora de Projetos Culturaisem Paris, enquanto dava conta de dois empregos, duas filhas e marido. Responsável pela
    divulgação de uma companhia teatral, participou também da criação de um festival de poesia, como parte da terceira edição do Printemps des Poètes, além de participar de atividades artísticas para crianças do ensino fundamental em zonas sensíveis nos arredores da Cidade- Luz. Cidade que iluminou sua mente, ao le